3 cenários em que renegociar o crédito pessoal pode ser a melhor opção

Renegociar o crédito pessoal: Vale a pena contratar um novo?

Desde que haja acordo entre o cliente e a instituição financeira, é possível renegociar o crédito pessoal, procurando condições mais vantajosas. Mas em que situações o deve fazer?

Qualquer pessoa pode tentar renegociar o crédito pessoal com a instituição financeira – com o objetivo, por exemplo, de atenuar a prestação mensal. O “momento certo” depende de caso para caso, mas há situações ao longo da vida em que essa negociação é especialmente indicada. Descubra alguns exemplos.

1. Tem mais despesas fixas e dificuldades recorrentes em pagar prestações

Tem novas despesas mensais que não irão aliviar brevemente? Se o aumento das despesas fixas (agravada pela inflação) implica uma dificuldade recorrente em pagar as prestações, é sinal de que é altura de renegociar o seu crédito pessoal.

Demonstrar ao banco que a sua taxa de esforço (relação entre rendimentos e despesas) está agora num limiar de risco de incumprimento (por norma, a partir dos 35%) pode incentivar condições mais favoráveis – até porque o banco tem interesse em evitar que deixe de conseguir pagar a dívida.

A taxa de esforço é calculada da seguinte forma:

Despesas fixas mensais do agregado

Rendimento mensal líquido do agregado

X 100 = Taxa de Esforço (em %)

2. Pretende usar uma poupança na amortização do crédito pessoal

Antecipar o pagamento total (ou parcial) do capital em dívida pode ser uma boa estratégia para poupar nos juros – apesar de ter de contar com as comissões de reembolso antecipado cobradas pelos bancos. Para avançar com o reembolso antecipado, basta notificar o banco com uma antecedência mínima. No crédito pessoal, o reembolso ocorre na data de pagamento da prestação.

O reembolso parcial resulta na redução do valor das prestações, mantendo-se o prazo contratualizado inicialmente. Mas, se a sua ideia for diminuir o prazo, terá de averiguar, junto do seu banco, se precisa fazer um pedido de alteração ao contrato (o que implica renegociar o crédito pessoal) ou se essa hipótese está disponível sem necessidade de assinar aditamentos.

3. Vai divorciar-se

Não se esqueça de que, à exceção do regime de separação de bens, o casal partilha responsabilidade dos créditos pessoais – e estas dívidas devem ser incluídas na divisão do património comum.

Dado que a situação financeira de cada cônjuge se altera com o divórcio, é conveniente renegociar com o banco as condições da amortização da dívida. Se apenas um dos cônjuges ficar responsável pelo crédito, tal também deverá ter, antes da partilha, o aval do banco, que irá avaliar as respetivas condições financeiras e taxa de esforço.

Renegociar o crédito pessoal: vale a pena contratar um novo?

Poderá tentar renegociar as condições do seu crédito pessoal, mas qualquer alteração efetiva terá de ser feita com o acordo do cliente bancário e da instituição financiadora . Os créditos pessoais sem finalidade específica têm um prazo legal máximo de sete anos, enquanto os créditos pessoais para educação, saúde e energias renováveis (desde que devidamente comprovados) podem chegar aos dez anos. Tenha estes pressupostos em conta na renegociação de prazos.

Não precisa, no entanto, de falar apenas com o seu banco: pode optar por contratualizar um novocrédito junto de outra instituição financeira que lhe ofereça melhores condições (liquidando o crédito atual). É importante que analise os diferentes cenários para perceber se a redução no valor da prestação compensa a contratação de um novo crédito e respetivos encargos de formalização.

Na Twinkloo, fazemos esta análise por si e apresentamos soluções de crédito pessoal em condições vantajosas. Faça aqui a sua simulação.

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